Take It Easy!
Relax...
Take It Easy!
Ser humano tem mania de afobação né.
Nem sempre é por mal.
É que.. é que... poxa, tava esperando mó tempão e quando o momento chega, eu quero logo é me atirar de corpo e alma..
Não é errado.
Gosto sempre de me atirar a algo de corpo e alma, nunca me atiro pela metade, sempre me atiro inteira... mas só preciso curtir.
É. Curtir o momento!
Deixar que seja intenso..
Relax, Take It Easy!
Sem afobação, nada de trocar os pés pelas mãos..
O tempo é nosso, é meu. Vivamos! Que seja intenso, que seja nosso, todo nosso.
quarta-feira, 14 de setembro de 2011
terça-feira, 13 de setembro de 2011
Sobre teatro.. outra vez!
Até onde somos capazes de chegar fazendo o que gostamos?
Ou melhor, até que ponto somos capazes de mudar pelo que gostamos?
Ainda não tenho respostas, mas ando me surpreendendo muito comigo.
Falava com o Lucas agora pouco e dizia: "Como pode sermos tão apaixonados pelo que fazemos?", é delírio total minha gente, total.
Com o teatro, ando aprendendo muito mais do que somente atuar.
E quanto mais aprendo, mais quero aprender,
quanto mais conheço, mais quero conhecer.
Vontades e mais vontades.
Estou apaixonada, novamente, pelo que faço.
Ou melhor, até que ponto somos capazes de mudar pelo que gostamos?
Ainda não tenho respostas, mas ando me surpreendendo muito comigo.
Falava com o Lucas agora pouco e dizia: "Como pode sermos tão apaixonados pelo que fazemos?", é delírio total minha gente, total.
Com o teatro, ando aprendendo muito mais do que somente atuar.
E quanto mais aprendo, mais quero aprender,
quanto mais conheço, mais quero conhecer.
Vontades e mais vontades.
Estou apaixonada, novamente, pelo que faço.
domingo, 11 de setembro de 2011
Carta a alguém que eu nunca tive..
Peito apertado, sufocado, pedindo pra escrever.
Fechei meus olhos por alguns momentos enquanto escutava uma canção. Três minutos pareceram horas, três minutos suficientes pra eu ver um filme, cenas de algo que nunca aconteceu.
Eu via você de longe cumprindo seus afazeres, vivendo seu cotidiano.
Te via andando pela rua, limpando a casa, trocando a roupa, saindo com os amigos, trabalhando, dormindo...
Você que não é acostumada com o frio, nota com exatidão um vento estranho entrando pela janela. O que é isso? Afinal, aqui pouco se sente o frio.
Volta a dormir.
Eu era o vento e de repente me sentei em qualquer cadeira que estava por ali apenas pra te observar e mais nada a fazer (talvez porque eu não pudesse). Você virava de um lado pro outro várias vezes, era agonizante, talvez fosse aquele frio em momento importuno.
Eu me levantei e você puxou a coberta, o frio era maior.
Sentei na beira da sua cama, mantendo uma certa distancia, me preocupando em ser a razão do teu devaneio e comecei a cantar bem baixo uma canção de ninar, dessas que se aprende com a mãe, com a avó, no meu caso, com a minha tia..
"Mãezinha do céu eu não sei rezar..." - eu cantava sem parar apenas a melodia e você foi se aquietando, me passando tranquilidade. Me aproximei.
Te olhei por um bom tempo, até os poros do seu rosto observei, nunca te vi tão bonita.
Olhei pra janela e os primeiros indícios do sol apontavam, era como se eles me chamassem pra voltar pra casa. Eu tinha tempo, pouco tempo. O que eu poderia te dizer?
Passei a mão sob seu rosto, e depois no teu cabelo, você se mexeu com leveza.
De dentro de mim uma canção tão escutada, mas nunca sentida, tomou meu coração e me fez cantar: "No meu coração, você vai sempre estar, o meu amor contigo vai seguir. No meu coração, aonde quer que eu vá, você vai sempre estar aqui. Basta fechar os olhos, é só fechar os olhos, vou estar... aqui."
Você abriu os olhos e algo me puxou pra fora e eu abri os olhos aqui.
Esta é a condição, apenas feche os olhos.
Feche os olhos, abra as janelas, talvez exista um porque do frio repentino em um lugar aonde o calor é constante.
Boa noite!
Fechei meus olhos por alguns momentos enquanto escutava uma canção. Três minutos pareceram horas, três minutos suficientes pra eu ver um filme, cenas de algo que nunca aconteceu.
Eu via você de longe cumprindo seus afazeres, vivendo seu cotidiano.
Te via andando pela rua, limpando a casa, trocando a roupa, saindo com os amigos, trabalhando, dormindo...
Você que não é acostumada com o frio, nota com exatidão um vento estranho entrando pela janela. O que é isso? Afinal, aqui pouco se sente o frio.
Volta a dormir.
Eu era o vento e de repente me sentei em qualquer cadeira que estava por ali apenas pra te observar e mais nada a fazer (talvez porque eu não pudesse). Você virava de um lado pro outro várias vezes, era agonizante, talvez fosse aquele frio em momento importuno.
Eu me levantei e você puxou a coberta, o frio era maior.
Sentei na beira da sua cama, mantendo uma certa distancia, me preocupando em ser a razão do teu devaneio e comecei a cantar bem baixo uma canção de ninar, dessas que se aprende com a mãe, com a avó, no meu caso, com a minha tia..
"Mãezinha do céu eu não sei rezar..." - eu cantava sem parar apenas a melodia e você foi se aquietando, me passando tranquilidade. Me aproximei.
Te olhei por um bom tempo, até os poros do seu rosto observei, nunca te vi tão bonita.
Olhei pra janela e os primeiros indícios do sol apontavam, era como se eles me chamassem pra voltar pra casa. Eu tinha tempo, pouco tempo. O que eu poderia te dizer?
Passei a mão sob seu rosto, e depois no teu cabelo, você se mexeu com leveza.
De dentro de mim uma canção tão escutada, mas nunca sentida, tomou meu coração e me fez cantar: "No meu coração, você vai sempre estar, o meu amor contigo vai seguir. No meu coração, aonde quer que eu vá, você vai sempre estar aqui. Basta fechar os olhos, é só fechar os olhos, vou estar... aqui."
Você abriu os olhos e algo me puxou pra fora e eu abri os olhos aqui.
Esta é a condição, apenas feche os olhos.
Feche os olhos, abra as janelas, talvez exista um porque do frio repentino em um lugar aonde o calor é constante.
Boa noite!
quinta-feira, 8 de setembro de 2011
Hoje, uma coisa muito legal aconteceu.
Quando alguém faz teatro, ou melhor, quando alguém estuda teatro, acaba perdendo aos poucos aquela sensibilidade que se tinha ao assistir os espetáculos. Perde-se aquela coisa de achar tudo bonito, tudo certo, tudo lindo... e espetáculos bons, passam a ser raros...
Entra dentro de nós um pequeno vírus, um vírus chamado: crítico.
Bom, que faz teatro ou já fez, vai me entender.
Isso, de certo modo é bom... acabo sempre aprendendo com isso.
O lado ruim é que esse vírus impregna, e depois de um certo tempo, é difícil estarmos abertos a todas informações que serão mandadas pelo palco, sem questionar ou criticar.
Eu sinto falta dessa minha ingenuidade perante o teatro.
Fazia tempo que eu não assistia algo sem dar ao menos uma pitada de crítica. Ás vezes chega até ser sem querer..
Hoje, uma coisa muito legal aconteceu.
Acredito que esse vírus tirou uma folga. Hoje me vi aberta outra vez para as informações que foram ditas naquela sala preta cheia de folhas secas...
Que delícia sorrir e sentir os olhos lagrimejados ao ver uma cena... rir de verdade com a situação do personagem, que quase sou eu... e não de algum erro técnico do ator..
Que delícia estar aberta outra vez pra esse turbilhão de sensações.
Que delícia voltar pra casa com essa sensação boa no peito... ser apenas uma mera espectadora, amante do teatro e de tudo o que ele faz conosco, meros seres humanos.
Quando alguém faz teatro, ou melhor, quando alguém estuda teatro, acaba perdendo aos poucos aquela sensibilidade que se tinha ao assistir os espetáculos. Perde-se aquela coisa de achar tudo bonito, tudo certo, tudo lindo... e espetáculos bons, passam a ser raros...
Entra dentro de nós um pequeno vírus, um vírus chamado: crítico.
Bom, que faz teatro ou já fez, vai me entender.
Isso, de certo modo é bom... acabo sempre aprendendo com isso.
O lado ruim é que esse vírus impregna, e depois de um certo tempo, é difícil estarmos abertos a todas informações que serão mandadas pelo palco, sem questionar ou criticar.
Eu sinto falta dessa minha ingenuidade perante o teatro.
Fazia tempo que eu não assistia algo sem dar ao menos uma pitada de crítica. Ás vezes chega até ser sem querer..
Hoje, uma coisa muito legal aconteceu.
Acredito que esse vírus tirou uma folga. Hoje me vi aberta outra vez para as informações que foram ditas naquela sala preta cheia de folhas secas...Que delícia sorrir e sentir os olhos lagrimejados ao ver uma cena... rir de verdade com a situação do personagem, que quase sou eu... e não de algum erro técnico do ator..
Que delícia estar aberta outra vez pra esse turbilhão de sensações.
Que delícia voltar pra casa com essa sensação boa no peito... ser apenas uma mera espectadora, amante do teatro e de tudo o que ele faz conosco, meros seres humanos.
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