Vamos suar com o veneno da serpente que eu roubei pra te picar.
sábado, 22 de outubro de 2011
terça-feira, 11 de outubro de 2011
Os olhos são a janela da alma.
Dois.
A gente pode amar sem ser brega.
Porque o oposto do amor não é o ódio e sim a indiferença.
Olhos.
Espelhos.
Refletores.
Fazia tanto tempo em que eu não olhava pra mim mesma.
Seus olhos.
Nossos Olhos.
Uma caixa preta, espelhada, cheia de amor.
Você é meu companheiro?
Eu sou o teu companheiro.
Love is a losing game...
sábado, 8 de outubro de 2011
Dia e noite, não e sim.
Eu te amo calada, como quem ouve uma sinfonia de silêncio e de luz. Nós somos medo e desejo, somos feitos de silêncio e som. Tem certas coisas que eu não sei dizer...
Silênciosamente, eu te falo com paixão.
Silênciosamente, eu te falo com paixão.
O que separa, une.
Nunca parei pra pensar no destino como o mediador de certas uniões.
Até porque o destino mais me tirou as coisas do que me trouxe, então tenho um certo trauma.
Por conta desse trauma sempre encarei o destino como algo tenebroso, algo que ia e vinha, e quando vinha, vinha mesmo pra causar, pra tirar, pra mudar. Sempre encarei da pior forma possível essas mudanças, sempre achei que o que estava feito estava e seria aquilo para sempre. Bom, de certa forma, foi.
Mas hoje, depois de alguns anos, percebi que o destino anda me devolvendo certas coisas, sendo mais exata, ele anda me devolvendo até certos pensamentos. Pensamentos que, agora, com a maturidade de alguns anos, eu posso juga-los e entende-los melhor.
Os pensamentos são muitos e nem de longe são concretos, ao contrário, eles ainda possuem característica bipolar.. mas agora, pelo menos estão mais claros, mais fáceis e mais aceitáveis.
Nada como o tempo pra nos ensinar a aceitar..
Hoje, pode-se dizer que confio no destino.
Ainda o temo, justamente por conta da sua inconstância... preciso preparar-me pra isso, por mais legal que sejam as surpresas da vida, quando elas vêem assim, repentinamente, me causam um certo susto... mas hoje, minha relação com o destino é pacífica, passei a entendê-lo e a vê-lo como algo que apenas quer que eu aprenda a viver.
E eu tenho aprendido.
Rindo ou chorando as vezes, estou aprendendo e seguindo e vivendo e se surpreendendo.
Até porque o destino mais me tirou as coisas do que me trouxe, então tenho um certo trauma.
Por conta desse trauma sempre encarei o destino como algo tenebroso, algo que ia e vinha, e quando vinha, vinha mesmo pra causar, pra tirar, pra mudar. Sempre encarei da pior forma possível essas mudanças, sempre achei que o que estava feito estava e seria aquilo para sempre. Bom, de certa forma, foi.
Mas hoje, depois de alguns anos, percebi que o destino anda me devolvendo certas coisas, sendo mais exata, ele anda me devolvendo até certos pensamentos. Pensamentos que, agora, com a maturidade de alguns anos, eu posso juga-los e entende-los melhor.
Os pensamentos são muitos e nem de longe são concretos, ao contrário, eles ainda possuem característica bipolar.. mas agora, pelo menos estão mais claros, mais fáceis e mais aceitáveis.
Nada como o tempo pra nos ensinar a aceitar..
Hoje, pode-se dizer que confio no destino.
Ainda o temo, justamente por conta da sua inconstância... preciso preparar-me pra isso, por mais legal que sejam as surpresas da vida, quando elas vêem assim, repentinamente, me causam um certo susto... mas hoje, minha relação com o destino é pacífica, passei a entendê-lo e a vê-lo como algo que apenas quer que eu aprenda a viver.
E eu tenho aprendido.
Rindo ou chorando as vezes, estou aprendendo e seguindo e vivendo e se surpreendendo.
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