Até que ponto um segredo pode mudar nossas vidas? Até que ponto um segredo tem que ser mantido? E quando guardar o segredo pode ocasionar uma situação não tão boa?
Enfim.. até que ponto o segredo tem que ser segredo?
Todos temos segredos, isso é óbvio. Alguns não são tão secretos, outros que só nós e Deus sabemos.
Segredos confessáveis, inconfessáveis, as vezes nós mesmos somos um grande segredo. E aí?
Será que vale a pena manter um segredo por tanto tempo?
Muitas das vezes carregamos conosco um grande enigma, que de tão grande, pesa em nossa consciência. O que vale mais? Uma consciência tranquila ou um fardo pesado eterno em nossa mente?
Ja parou pra pensar que os segredos sobre nós mesmos, não nos deixa sermos que somos?
Aí entra o medo, medo de se expor, medo de dar a cara a tapa, e o comodismo em deixar que o segredo sobre nós mesmos, crie uma imagem completamente diferente do que somos.
Imagem que muitas das vezes carregamos por anos, e somente nos desarmamos dela quando estamos a sós com nós mesmos. E o que sobra? Alegria? Tristeza? Solidão?
Pois é!
Segredos são complicados, e poucos são os corajosos que tem vergonha na cara de se abrir e contar toda a verdade sobre quem realmente é.
Só que, chega uma hora que cansa, sabem? Cansa ser algo que não é, cansa esconder histórias, fatos. A maquiagem não pode durar pra sempre, e esse comodismo acaba se tornando falta de vergonha na cara.
Até que ponto o segredo coopera pro nosso bem?
Até que ponto devemos manter fidelidade a um amigo, ao prometer guardar segredo e não incentiva-lo a mudar de vida?
Até que ponto seremos AMIGOS e não SINCEROS?
Perguntas, respondidas com perguntas.
Hoje minha cabeça ficou pensando muito sobre isso. O que digo a vocês também é de grande serventia pra mim. Espero obter respostas, espero acabar com meus segredos e com os segredos que de certo modo afetam de uma forma ruim quem está do meu lado.
Boa noite.
segunda-feira, 16 de maio de 2011
domingo, 15 de maio de 2011
Carta aos homens
Hoje, resolvi falar a vocês, homens.
Uma dica de leve, caso vocês ainda queiram ter uma moral mais decente conosco, mulheres.
Conteúdo homens, conteúdo.
Saibam conversar, tenham o que conversar. Um assunto só enjoa muito fácil! Engane se for preciso, se passe por um cara culto, mas por favor, conteúdo!
Assuntos interessantes, ponto de vista diferente, argumentos convincentes sobre qualquer tema que for lançado a conversa.
Sabe porque preferimos na maioria das vezes aquele "feinho" , "nerd", o "joão ninguém" ? , porque ele não é só corpo, é também conteúdo.Corpo mata a fome passageira e o conteúdo nos alimenta por um bom tempo.
Se fossem mais espertos, investiriam muito mais nisso, do que em academias, rações humanas, bombas, roupas de marca, baladas tops e blablabla..
As mulheres, que prestam, as poucas que ainda existem, não estão ligadas nisso.
A simplicidade nos atrai muito mais.
Seus adornos sem efeitos são apenas mera distração.
Um cara que é realmente esperto não ficaria perdendo tempo com papinhos cliches, com assuntos repetidos, e investiria muito mais em repertório do que em "gostosura".
Um cara que sabe o que quer, e sabe do que está falando, nos conquista muito mais.
Uma dica de leve, caso vocês ainda queiram ter uma moral mais decente conosco, mulheres.
Conteúdo homens, conteúdo.
Saibam conversar, tenham o que conversar. Um assunto só enjoa muito fácil! Engane se for preciso, se passe por um cara culto, mas por favor, conteúdo!
Assuntos interessantes, ponto de vista diferente, argumentos convincentes sobre qualquer tema que for lançado a conversa.
Sabe porque preferimos na maioria das vezes aquele "feinho" , "nerd", o "joão ninguém" ? , porque ele não é só corpo, é também conteúdo.Corpo mata a fome passageira e o conteúdo nos alimenta por um bom tempo.
Se fossem mais espertos, investiriam muito mais nisso, do que em academias, rações humanas, bombas, roupas de marca, baladas tops e blablabla..
As mulheres, que prestam, as poucas que ainda existem, não estão ligadas nisso.
A simplicidade nos atrai muito mais.
Seus adornos sem efeitos são apenas mera distração.
Um cara que é realmente esperto não ficaria perdendo tempo com papinhos cliches, com assuntos repetidos, e investiria muito mais em repertório do que em "gostosura".
Um cara que sabe o que quer, e sabe do que está falando, nos conquista muito mais.
sexta-feira, 13 de maio de 2011
Boa noite..
Decidi mudar o nome do blog, e creio que este caiu como uma luva.
Ando meio ausente, mas isso não quer dizer que meu pensamento não esteja por aqui ás vezes, como eu já disse, isso aqui é escapismo pra tudo o que fica preso em mim.
Incógnita.
Não vou me definir aqui queridos leitores, até porque acredito que vocês já tenha uma idéia (ás vezes até fictísia) sobre mim e isso basta. A incógnita a que hoje me refiro significa ás minhas escolhas, aos meus sim 's e não's, ao meu livre arbítrio.
Como já disse aqui outra vez, minha vida está mudando. E essa mudança tem cobrado de mim certas escolhas, e o problema é que eu nunca soube escolher muito bem, sempre fiquei em cima do muro pra tudo na duvida, vendo pra crer, esperando algum "estopim" para que eu pudesse optar pelas minhas preferencias.
E hoje, não é diferente.
Ainda uso esse método. Ainda escolho por aquilo que está em evidência pra mim e por aquilo que eu acho que possa me satisfazer. Até me satisfaz, mas não por muito tempo.
Aí é que está o 'X' da questão. Existiria algo que me completasse, me satisfizesse por inteiro? Sim, existiria e existe. O que acontece, o que realmente me atrapalha é a minha posição diante dos fatos, na maioria, os fatos difíeis de se encarar.
Eu, todavia sempre aconselhei amigos meus amigos no sentindo de não parar ao se deparar com um obstáculo. Mas como diz o ditado: "Casa de ferreiro, o espeto é de pau" , acho que isso explica o resto, não é?
E é esse parar que me faz pensar em escolher melhor, me faz pensar se é isso mesmo que quero pra mim e se não tenho perdido tempo com algo que na verdade, não tem nada a ver comigo.
Infelizmente meus queridos leitores, não tenho a respostas para as minhas perguntas agora, pois elas ainda estão sendo formuladas e ainda cutucam a minha mente, incansavelmente. Só vim até aqui para expor isso a vocês, compartilhar, pra ver se alivia.
Infelizmente, muitos fatores tem me feito parar pra pensar. Muitos! É uma coisinha aqui, outra coisinha ali, e "BUM" explosão.
É como diz cazuza: Eu queria ter uma bomba, um flit paralisante qualquer, pra poder me livrar do prático efeito, das tuas frases feitas, das tuas noites perfeitas...
Meu limite, jajá chega e nem eu, que sou eu mesma, não quero estar perto pra quando isso explodir.
Até eu me desejo sorte!
Hoje, foi um dia daqueles que me sobram assuntos pra compartilhar aqui. Mas dentre eles, escolhi apenas esse... porque? Boa pergunta..
A médio prazo, eu só espero que tudo fique melhor, que me coração e mente se acalmem e que eu possa me responder... sem pressa, mas precisamente.
Um beijo e boa noite leitores.
Ando meio ausente, mas isso não quer dizer que meu pensamento não esteja por aqui ás vezes, como eu já disse, isso aqui é escapismo pra tudo o que fica preso em mim.
Incógnita.
Não vou me definir aqui queridos leitores, até porque acredito que vocês já tenha uma idéia (ás vezes até fictísia) sobre mim e isso basta. A incógnita a que hoje me refiro significa ás minhas escolhas, aos meus sim 's e não's, ao meu livre arbítrio.
Como já disse aqui outra vez, minha vida está mudando. E essa mudança tem cobrado de mim certas escolhas, e o problema é que eu nunca soube escolher muito bem, sempre fiquei em cima do muro pra tudo na duvida, vendo pra crer, esperando algum "estopim" para que eu pudesse optar pelas minhas preferencias.
E hoje, não é diferente.
Ainda uso esse método. Ainda escolho por aquilo que está em evidência pra mim e por aquilo que eu acho que possa me satisfazer. Até me satisfaz, mas não por muito tempo.
Aí é que está o 'X' da questão. Existiria algo que me completasse, me satisfizesse por inteiro? Sim, existiria e existe. O que acontece, o que realmente me atrapalha é a minha posição diante dos fatos, na maioria, os fatos difíeis de se encarar.
Eu, todavia sempre aconselhei amigos meus amigos no sentindo de não parar ao se deparar com um obstáculo. Mas como diz o ditado: "Casa de ferreiro, o espeto é de pau" , acho que isso explica o resto, não é?
E é esse parar que me faz pensar em escolher melhor, me faz pensar se é isso mesmo que quero pra mim e se não tenho perdido tempo com algo que na verdade, não tem nada a ver comigo.
Infelizmente meus queridos leitores, não tenho a respostas para as minhas perguntas agora, pois elas ainda estão sendo formuladas e ainda cutucam a minha mente, incansavelmente. Só vim até aqui para expor isso a vocês, compartilhar, pra ver se alivia.
Infelizmente, muitos fatores tem me feito parar pra pensar. Muitos! É uma coisinha aqui, outra coisinha ali, e "BUM" explosão.
É como diz cazuza: Eu queria ter uma bomba, um flit paralisante qualquer, pra poder me livrar do prático efeito, das tuas frases feitas, das tuas noites perfeitas...
Meu limite, jajá chega e nem eu, que sou eu mesma, não quero estar perto pra quando isso explodir.
Até eu me desejo sorte!
Hoje, foi um dia daqueles que me sobram assuntos pra compartilhar aqui. Mas dentre eles, escolhi apenas esse... porque? Boa pergunta..
A médio prazo, eu só espero que tudo fique melhor, que me coração e mente se acalmem e que eu possa me responder... sem pressa, mas precisamente.
Um beijo e boa noite leitores.
terça-feira, 3 de maio de 2011
Vulcão.
Acho que ja é a segunda vez que eu faço o protocolo da aula de Consiencia Corporal aqui, no blog.
Não é por falta de vontade, mas deixo pro blog, as melhores experiencias e hoje, não vai ser diferente.
Assustei hoje em como começamos a aula. Sem aquecimento, sem a roda dos protocolos, e um aviso acionou o botão "liga" do meu vulcão pessoal : Hoje leremos os relatórios após o intervalo, e eu vou falar das notas - disse o professor.
Uma dinâmica diferente e completamente difícil, ao meu ver. Mais estratégia, mais coisas pra se pensar, mesmo com a cabeça fervilhando em outras paragens. Infelizmente, comi demais antes de ir pra aula, e considero essa hipótese sim, porque muitas das vezes parei por enjoo, mas vou confessar que o motivo maior da minha então falta de entrega total nessa dinâmica, foi porque minha cabeça, me cobrava.
Continuei. Tentei ser mais presente, mas alguma coisa me prendia ali sentada, e eu juro pra vocês que eu ainda não sei o que é.
O jogo, por mais difícil que seja, me atraiu muito. Por mais que eu estivesse nesse estado, a vontade era de não parar de jogar, era excitante estar ali correndo, trocando de lugar. A excitação aumentou ainda mais, quando dois grupos foram pro campo. Ali, naquele momento, precisamos perceber quando nosso amigo precisava de nós, e isso teve muito significado pra mim.
O professor persistiu por algum tempo na dinâmica, até a sala virar cenário da cena de amor de Jack e Rose dentro de um carro no filme "Titanic", e quando menos esperei , ele encerrou, e ja era intervalo.
PAUSA PARA O VULCÃO, QUASE EM ERUPÇÃO.
Voltamos do intervalo, e assim, sem nenhum comando nos ajeitamos no chão, o momento "tenso" tinha chegado. A água com açucar foi a musica ambiente, mais uma vez na voz de Cássia Eller. Mas eu não estava precisando de água com açuçar pra relaxar e sim de uma boa pinga. Brincadeira!
O professor começou a falar sobre faltas, entregas de protocolos e por dentro eu fervia. Aí então, começou a falar das notas, um por um. E pra minha felicidade ou infelicidade, era uma das ultimas, SE não for a ultima né. O relógio foi andando, o professor falando, e muita coisa que precisava ser dita, apareceu naquele momento.
Depois de um eterno momento, chegou a minha vez. Não vou mencionar aqui o que foi dito, pois vocês, meus amigos de sala, já sabem. Apenas vou dizer como encarei o fato.
No meu sub consciente, foi como se o professor tivesse tirado de algum lugar um espelho, colocado na minha frente e mostrado pra mim algo que eu sei que tenho, mas ao mesmo tempo não admito, não vejo o quanto isso me prejudica. Aí o bicho pegou!
Hoje, ao sair da aula, decidi olhar mais pra mim mesma e saber aceitar e compreender os fatos.
Ninguém me falou que seria fácil, mas eu sei que querer é poder, e eu quero.
Sei que não vai ser fácil fazer com que esse vulcão pare de funcionar, pois tudo, exatamente TUDO está acontecendo na minha vida agora, e é agora que eu vou ter que saber me virar e desativar tanta inflamação dentro de mim.
Poderia abrir um leque de questões aqui, sobre esse vulcão quase em erupção, mas prefiro deixar como está. Eu sei que tudo vai acontecer no momento certo, e eu sei que esse é o primeiro passo do meu melhor: reconhecer, aceitar e mudar.
Obrigada pela aula Caresia, sem desmerecer nossos outros mestres, mas sem duvida nenhuma sua aula tem tido grande influencia nessa minha construção, e na construção de um outro, que está por vir.
Obrigada meus companheiros de sala, o que tenho apenas pra dizer é : AMO VOCÊS!
Não é por falta de vontade, mas deixo pro blog, as melhores experiencias e hoje, não vai ser diferente.
Assustei hoje em como começamos a aula. Sem aquecimento, sem a roda dos protocolos, e um aviso acionou o botão "liga" do meu vulcão pessoal : Hoje leremos os relatórios após o intervalo, e eu vou falar das notas - disse o professor.
Uma dinâmica diferente e completamente difícil, ao meu ver. Mais estratégia, mais coisas pra se pensar, mesmo com a cabeça fervilhando em outras paragens. Infelizmente, comi demais antes de ir pra aula, e considero essa hipótese sim, porque muitas das vezes parei por enjoo, mas vou confessar que o motivo maior da minha então falta de entrega total nessa dinâmica, foi porque minha cabeça, me cobrava.
Continuei. Tentei ser mais presente, mas alguma coisa me prendia ali sentada, e eu juro pra vocês que eu ainda não sei o que é.
O jogo, por mais difícil que seja, me atraiu muito. Por mais que eu estivesse nesse estado, a vontade era de não parar de jogar, era excitante estar ali correndo, trocando de lugar. A excitação aumentou ainda mais, quando dois grupos foram pro campo. Ali, naquele momento, precisamos perceber quando nosso amigo precisava de nós, e isso teve muito significado pra mim.
O professor persistiu por algum tempo na dinâmica, até a sala virar cenário da cena de amor de Jack e Rose dentro de um carro no filme "Titanic", e quando menos esperei , ele encerrou, e ja era intervalo.
PAUSA PARA O VULCÃO, QUASE EM ERUPÇÃO.
Voltamos do intervalo, e assim, sem nenhum comando nos ajeitamos no chão, o momento "tenso" tinha chegado. A água com açucar foi a musica ambiente, mais uma vez na voz de Cássia Eller. Mas eu não estava precisando de água com açuçar pra relaxar e sim de uma boa pinga. Brincadeira!
O professor começou a falar sobre faltas, entregas de protocolos e por dentro eu fervia. Aí então, começou a falar das notas, um por um. E pra minha felicidade ou infelicidade, era uma das ultimas, SE não for a ultima né. O relógio foi andando, o professor falando, e muita coisa que precisava ser dita, apareceu naquele momento.
Depois de um eterno momento, chegou a minha vez. Não vou mencionar aqui o que foi dito, pois vocês, meus amigos de sala, já sabem. Apenas vou dizer como encarei o fato.
No meu sub consciente, foi como se o professor tivesse tirado de algum lugar um espelho, colocado na minha frente e mostrado pra mim algo que eu sei que tenho, mas ao mesmo tempo não admito, não vejo o quanto isso me prejudica. Aí o bicho pegou!
Hoje, ao sair da aula, decidi olhar mais pra mim mesma e saber aceitar e compreender os fatos.
Ninguém me falou que seria fácil, mas eu sei que querer é poder, e eu quero.
Sei que não vai ser fácil fazer com que esse vulcão pare de funcionar, pois tudo, exatamente TUDO está acontecendo na minha vida agora, e é agora que eu vou ter que saber me virar e desativar tanta inflamação dentro de mim.
Poderia abrir um leque de questões aqui, sobre esse vulcão quase em erupção, mas prefiro deixar como está. Eu sei que tudo vai acontecer no momento certo, e eu sei que esse é o primeiro passo do meu melhor: reconhecer, aceitar e mudar.
Obrigada pela aula Caresia, sem desmerecer nossos outros mestres, mas sem duvida nenhuma sua aula tem tido grande influencia nessa minha construção, e na construção de um outro, que está por vir.
Obrigada meus companheiros de sala, o que tenho apenas pra dizer é : AMO VOCÊS!
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