quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012
Deixa?
Vou falar de você um pouquinho e juro que vou dormir.
Até porque, preciso dar um jeito nessas palavras acumuladas. Tá faltando espaço sabe?
Primeiramente, você é legal. É, legal. Gosto disso nas pessoas sabe? Assim, não que pessoas chatas não possam ser interessantes, até pode existir, mas pra acompanhar esse meu ritmo complicado tinha que ser alguém legal.
Segundo, o que é que você faz pra me deixar bem? Sério? Qual o segredo?
Porque pô, você faz isso com tanta facilidade que eu não sei se me impressiono com tua manha ou com seu jeito.
Terceiro, posso ter isso em dosses quase diárias?
É que sei lá, é bom! Pessoas que me fazem sorrir, são como remédio, curam uma infinidade de males e é bom ter alguém assim como você por perto. Colore o dia, entende?
Deixa?
Não é ter você pra mim, nem te amar ou coisa do tipo.
É só ter doses diárias dessas tuas façanhas que já está ótimo!
Obrigada tá?
Até porque, preciso dar um jeito nessas palavras acumuladas. Tá faltando espaço sabe?
Primeiramente, você é legal. É, legal. Gosto disso nas pessoas sabe? Assim, não que pessoas chatas não possam ser interessantes, até pode existir, mas pra acompanhar esse meu ritmo complicado tinha que ser alguém legal.
Segundo, o que é que você faz pra me deixar bem? Sério? Qual o segredo?
Porque pô, você faz isso com tanta facilidade que eu não sei se me impressiono com tua manha ou com seu jeito.
Terceiro, posso ter isso em dosses quase diárias?
É que sei lá, é bom! Pessoas que me fazem sorrir, são como remédio, curam uma infinidade de males e é bom ter alguém assim como você por perto. Colore o dia, entende?
Deixa?
Não é ter você pra mim, nem te amar ou coisa do tipo.
É só ter doses diárias dessas tuas façanhas que já está ótimo!
Obrigada tá?
terça-feira, 21 de fevereiro de 2012
E foram.
Uma, duas, três no máximo seis garrafas de cerveja entre um olhar e outro, entre sorrisos e outros.
Quando deram conta, eram eles o jukboox e os dois funcionários do bar, o dono e a dona certamente, que contavam o dinheiro e bebiam.
Pago eu.
Será que vai pagar? Eu pago.
Eu pago, fui eu quem pediu pra que ficasse.
Meio a meio? Fechado. Três suas e três minhas.
Estava tudo muito bom pra ser verdade.
E foram.
Saíram.
Nada de carro. Apé mesmo.
Andaram. E cada passo que distanciava do bar, aproximava um do mundo do outro.
Um parque?
Não.
Um sobrado ainda em costrução, naquele bairro, ainda dava pra ver a placa verde que piscava do bar.
E riram, contaram, silenciaram, se olharam e foram.
Outra vez pros braços um do outro.
Quando deram conta, eram eles o jukboox e os dois funcionários do bar, o dono e a dona certamente, que contavam o dinheiro e bebiam.
Pago eu.
Será que vai pagar? Eu pago.
Eu pago, fui eu quem pediu pra que ficasse.
Meio a meio? Fechado. Três suas e três minhas.
Estava tudo muito bom pra ser verdade.
E foram.
Saíram.
Nada de carro. Apé mesmo.
Andaram. E cada passo que distanciava do bar, aproximava um do mundo do outro.
Um parque?
Não.
Um sobrado ainda em costrução, naquele bairro, ainda dava pra ver a placa verde que piscava do bar.
E riram, contaram, silenciaram, se olharam e foram.
Outra vez pros braços um do outro.
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