Uma, duas, três no máximo seis garrafas de cerveja entre um olhar e outro, entre sorrisos e outros.
Quando deram conta, eram eles o jukboox e os dois funcionários do bar, o dono e a dona certamente, que contavam o dinheiro e bebiam.
Pago eu.
Será que vai pagar? Eu pago.
Eu pago, fui eu quem pediu pra que ficasse.
Meio a meio? Fechado. Três suas e três minhas.
Estava tudo muito bom pra ser verdade.
E foram.
Saíram.
Nada de carro. Apé mesmo.
Andaram. E cada passo que distanciava do bar, aproximava um do mundo do outro.
Um parque?
Não.
Um sobrado ainda em costrução, naquele bairro, ainda dava pra ver a placa verde que piscava do bar.
E riram, contaram, silenciaram, se olharam e foram.
Outra vez pros braços um do outro.
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