terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

Amor.

Fiquei feliz em poder sentir tua falta, - a falta mostra o quão necessitamos de algo/alguém. É assim o nosso ciclo. Eu te preciso. Perto, longe, tanto faz. Preciso saber que tu está bem, se respira, se comeu ou tomou banho - com o calor que está fazendo neste verão, tome pelo menos uns três ao dia, e pense em mim, estou com calor também. Me faz bem pensar nessas atividades corriqueiras, que supostamente você está fazendo. Ah, e eu estou te esperando, com meu vestido curto, óculos escuros grandes e meu coração pulsando forte, e te abraçar até sentir o mundo girar apenas para nós. É, eu gosto muito de ti.




Eu amo você

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

Deixa?

Vou falar de você um pouquinho e juro que vou dormir.
Até porque, preciso dar um jeito nessas palavras acumuladas. Tá faltando espaço sabe?
Primeiramente, você é legal. É, legal. Gosto disso nas pessoas sabe? Assim, não que pessoas chatas não possam ser interessantes, até pode existir, mas pra acompanhar esse meu ritmo complicado tinha que ser alguém legal.
Segundo, o que é que você faz pra me deixar bem? Sério? Qual o segredo?
Porque pô, você faz isso com tanta facilidade que eu não sei se me impressiono com tua manha ou com seu jeito.
Terceiro, posso ter isso em dosses quase diárias?
É que sei lá, é bom! Pessoas que me fazem sorrir, são como remédio, curam uma infinidade de males e é bom ter alguém assim como você por perto. Colore o dia, entende?

Deixa?
Não é ter você pra mim, nem te amar ou coisa do tipo.
É só ter doses diárias dessas tuas façanhas que já está ótimo!

Obrigada tá?

terça-feira, 21 de fevereiro de 2012

E foram.

Uma, duas, três no máximo seis garrafas de cerveja entre um olhar e outro, entre sorrisos e outros.
Quando deram conta, eram eles o jukboox e os dois funcionários do bar, o dono e a dona certamente, que contavam o dinheiro e bebiam.

Pago eu.
Será que vai pagar? Eu pago.
Eu pago, fui eu quem pediu pra que ficasse.
Meio a meio? Fechado. Três suas e três minhas.

Estava tudo muito bom pra ser verdade.

E foram.
Saíram.
Nada de carro. Apé mesmo.
Andaram. E cada passo que distanciava do bar, aproximava um do mundo do outro.
Um parque?
Não.
Um sobrado ainda em costrução, naquele bairro, ainda dava pra ver a placa verde que piscava do bar.

E riram, contaram, silenciaram, se olharam e foram.
Outra vez pros braços um do outro.

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012

Um brinde ao acaso

Eu sei que se encontraram mais uma vez por puro acaso.
Desses que acontecem quando você sai de casa com o cabelo dessarumado e com a pior roupa, é.

Se encontraram, se entreolharam.
- Vou eu?
- Não, vou eu.
Foram ambos.
Sorriso tímido, uma mão que vai ao cabelo, dentes que mordem o canto da boa.
- Legal te ver por aqui.
- É ... legal! Vem sempre?
Riso sem graça. "Que merda!". Cantadinha velha. Espera aí, cantada?
- Sempre quando quero beber.
- Engraçado, nunca tinha te visto aqui
É que depois "daquela" vez, não eram mais apenas conhecidos. Deixaram o preto e branco, se coloriram.
- Pois..
Silêncio
- Tem tempo?
Sorriso amarelo, boca que recorda um gosto bom
- Cerveja?
Aproximam-se. Olhos nos olhos
- Só se você me deixar te levar pra qualquer lugar, depois
Sorriso maior. Olhos na boca
- Feito!


Um brinde ao acaso.
Que sempre entende nossas necessidades na hora certa.

domingo, 5 de fevereiro de 2012

Sobre remar sozinha.

E o que dizer numa situação como essa em que você tá pagando por uma coisa que nem sabe que fez? Eu sei lá.Estou é bem cansada de tentar salvar relacionamentos frios, de tentar sozinha, de ceder, de estar a fim de mudar ou reconstruir..
Como já dizia Caio: "Sozinha não vou, não tem como remar sozinha", e não tem mesmo... amor, seja qual for o tipo de amor..amor não se implora! Não se joga fora e muito menos não se faz pouco caso. Eu cansei, cansei mesmo, de verdade... não sou boba, nem trouxa..
Eu faço, fiz, tudo o que pude... forço meu sorriso até quando o clima não é propício..mas retorno a falar: Não tem como remar sozinha..
E ultimamente, remar sozinha é o que mais tenho feito. Boa noite!

A Amanda Freire

Tatuí, 05 de fevereiro de 2012


Pequena, você já teve a sensação de que seu corpo está aí com você, mas sua mente está em outro lugar completamente diferente? Comigo aconteceu. Já não é a primeira vez, mas de ontem pra hoje foi uma das vezes mais intensas. Olha que fala né? A fã numero um das intensidades.
Fiquei preocupaDÍSSIMA com você e o mesmo tempo com muita raiva de não poder estar aí pra te ajudar nesse teu bad momento. Depois daquele nosso "mal entendimento" (e que mal entendimento) e depois que você me contou tuas coisas, o meu pensamento era inteiro Freire. Você sabe como é, eu digo as coisas, tento tranquilizá-la, mas nunca é bom o bastante já que meus olhos não conseguem enxergar por onde andarão seus pés. Depositei nas minhas palavras todo estoque de cuidado que eu tinha guardado aqui, com algumas pitadas de fé e confiança de que você não faria nenhuma loucura.
Depois que você saiu sabe-se lá pra onde nesse teu mundão, eu fui dormir. Ontem fez um calor do cão por aqui (hoje ainda faz) e eu tinha duas opções: dormir ou fazer sala para as visitas dos meus pais. E como você me conhece, acredito que já deve saber com qual opção fiquei.
Orei pra que Deus te cuidasse e dormi.
Acordei lá pelas 21h, tomei um banho e fui cumprimentar as pessoas que estavam em casa. Até que não foi tão ruim assim. Recebi uns amigos mais tarde e ficamos resenhando até as 3 da manhã na calçada. Quando deitei, fiz outra prece para que Deus não tirasse os olhos de você e dormi.

Hoje é domingo e como de costume, os domingos são lentos e tediosos (triplique essa sensação por conta do sol de 31º que faz na cidade ternura). Sorte tua morar em um lugar com tanta água salgada pra se refrescar.Eu aqui só tenho meu pote de sorvete, a calda de chocolate e dois litros de coca-cola. Também pensei em você hoje, me perguntei em como e onde você estaria, mas eu sei que você se cuida. Se cuida por mim e por você.
Então, estou mais tranquila.
Eu sei que não é fácil, mas você aguenta. Estampa um sorriso no rosto (mesmo que ele seja apenas uma estampa) e vá ser feliz mulher! Eu sei que existe mais gente nesse teu mundão que te ama, (não tanto quanto eu, rs) mas ama. E volte logo pra casa tá? Por mais que eu confie em você e no pai lá de cima, eu não tenho um jatinho pra ir AGORA pra sua terra pra poder saber de você, te dar um abraço e te levar pra casa.

Cuide-se bem! Beijo, abraço e beijo.
Sua,Thaís!

sábado, 4 de fevereiro de 2012

Até uns minutos atrás eu estava com tudo pronto na cabeça sobre o que ia escrever.
Ainda sei, mas o nexo das palavras acabaram perdendo o sentido depois que fui levar a garrafa de água pra minha mãe no portão.
Hoje é sábado, mas se não soubesse disso,por um momento poderia até pensar que fosse domingo, por causa do tédio, da solidão e etc. O calor está intenso e por isso revezo um pouco aqui na frente do notbook, um pouco na sala, outras na cozinha. Evito a cozinha porque toda vez que vou pra lá assalto o queijo verde que está na geladeira. Não só o queijo verde, mas também o sorvete juntamente com a deliciosa calda de chocolate que a minha doce mãe comprou. Ah, a tarde toda foi mais sorvete do que queijo. Só agora, quando fui abrir a geladeira pra tomar água, que vi o queijo e devorei um belo pedaço com pão integral.Pelo menos é integral não é?
Não consigo me entender.
Todo mundo que conheço, quando está nos seus "bad's momentos" fecha a boca e não come mais nada. O lado bom nisso? Emagrece horrores! Agora eu, sou exatamente ao contrário. Quando estou em clima de domingo, como como e como! Engordo horrores.
Chances de mostrar "meu lindo" corpinho na volta as aulas? Zero.
Continuando
Pra melhorar as coisas, vem gente hoje em casa. Gente que não me atrai.
Não tenho nada contra, simplesmente, não tenho curiosidade sobre essas pessoas. São muito mais velhas que eu, e pra piorar, todos são casais e dessa figura eu quero um pouco de distância (ou não).
Se eu pudesse pedir alguma coisa e se meu pedido pudesse ser realizado, eu queria um super herói. Sim, um super homem heróis. Não tenho nomes na cabeça, apenas quero que alguém me salve do porre que está pra ser a minha noite de sábado. "Menina sem grana no bolso procura: Um super homem herói que tire-a de sua casa, levando-a pra qualquer lugar sem ter a intensão de transar". Obs: Não existe exigências do lugar, nem da companhia, apenas sobre o lance do sexo.
Verdade po.
Homem hoje em dia só te procura com segundas intenções... isso SE for homem né. Os "homens" hoje em dia estão mais pra "moleques desesperados por sexo" do que pra homens. Enfim.
Poderia ser uma super heroína também, sabe que eu acho que seria até menos complicado? Verdade.

Enfim, segue o sábado com gosto de domingo.
Tenho aqui uns livros pra terminar de ler, roupas pra guardar, e uma cama muito macia pra dormir.

Ponto Final

Quem já não se cansou de escrever?
Simples. Começamos a escrever um texto qualquer, temos inspiração e palavras, muitas delas. E começamos. O lápis ou a caneta corre por aquelas linhas azuis ou pretas do caderno, temos argumento, temos ideias e o texto vai ganhando forma. Consoantes, vogais, pontos de exclamação, vírgulas, mas ponto final? Nunca. Ainda não ficou bom o suficiente.
Apaga, reescreva. Risque,passe corretivo, o que for, mas reescreva. Ainda não está bom o suficiente pro texto terminar. O tempo vai passando, e as ideias, assim como a inspiração, palavras e argumentos, vão se findando. Não pode ser! Tinha tudo pra ser um texto lindo, agradável! Mas é. Estou cansando de escrever. Olho pro relógio e já perdi a noção de quantas voltas aqueles ponteiros já deram, e eu aqui, insistindo, apagando, reescrevendo.
Mas as palavras todas já foram usadas, não tenho mais argumentos nem ideias pra que o texto continue, esgotou!
Releio. Quem sabe assim algo novo apareça, mas não, acabou, minha mente está cansada desse assunto e a unica coisa que resta é um ponto final. O temido ponto final!

Funciona exatamente assim com os relacionamentos que já sentem o peso do cansaço.
No começo, toda êxtase de quem quer escrever a mais bela e inesquecível história entre duas pessoas, dois amores, duas amizades. No meio, as situações já começam a se tornar embaraçosas, mas a gente persiste e consegue caminhar mais um pouco. No fim, nada resta. Procuramos algo que possa fazer ressurgir o êxtase do princípio,mas as fontes secaram-se também, e o que nos resta?

Revejo. Mas não tem jeito.
Minha alma e meu corpo estão cansados desse assunto e unica coisa que resta é usar o ponto final daquele texto e usá-lo aqui, na nossa vida também.

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

Um breve recado.

Oi queridos!
Faz tempo que não escrevo assim, diretamente á vocês. Essa fase de paixonite aguda, revolta, desejo ardente pela vida, me deixa meio "Clarice Lispector" mesmo, haha. E agradeço muito á vocês que tem paciência para todos os meus devaneios aqui.

Estou contente, apesar de alguns apesares.
Realmente a vida nos prepara para muita coisa. Ou melhor, as feridas antigas nos preparam para as feridas "novas" que podem surgir durante a nossa caminhada. Por isso queridos, valorizem seus "bad's momentos", por incrível que pareça, por mais doloroso que eles sejam, todos nos ensinam algo e nos preparam pra um futuro próximo. Nos deixam fortes, sabem como é?! E por isso, estou contente. Finalmente, estou aprendendo a lidar com esses delicados momentos que a vida nos apresenta.
Ok, não é só por isso.
Minha relação com a vida, sempre foi á moda "entre tapas e beijos", e não tem sido diferente. Eu realmente tenho "perdido" muita coisa.. perdido não. Não quero encarar alguns fatos, como perda.Mas digamos que eu tenho deixado "ir", muita coisa, muitas pessoas. E tenho dado liberdade a ordem natural dos fatos "Se for meu, volta". E não tem aquela história de que "Se é nosso nunca vai", vai sim! Ô se vai! Todos precisamos de espaço e tempo pra crescer e pra esfriar a cabeça de tudo que está a nossa volta. Distância nunca significou esquecimento. A gente fica deprê, porque realmente, dá saudades, mas está mais do que na hora de colocar em prática a famosa lei do desapego. É preciso sempre, acredite.
Então, voltando ao "entre tapas e beijos", eu realmente tenho deixado livre muitas coisas na minha vida. Algumas voltam.. outras não... mas eu não espero. Dou tempo ao tempo e graças ao bom Deus, nada tem me faltado.
A vida tira de mim e a vida me traz. Essa é a nossa estável relação.
Num dia como qualquer outro aí eu chorei (novamente) por ter que deixar livre algo que amava, mas no outro eu estava chorando é por alegria por algo novo ter chegado. Algo que sempre desejei, sonhei e lutei pra ter.  De fato, não foi uma substituição. Não acredito que as pessoas, ou as coisas que amamos são substituíveis, mas, foi algo que recebi para tomar a minha atenção, enquanto essa recém feridinha aberta se cura. E está dando super certo!

É lógico, tem dias que o fantasminha dos "bads momentos" voltam a me assombrar, mas não tenho perdido muito tempo com ele.
Eu até queria que as coisas fossem diferentes. A gente fala que não espera nada da vida, mas lá no fundo a gente espera né? Espera que alguém volte, te abrace, peça desculpas, mude, te ame, te agradeça, te parabenize, não sinta inveja... mas sabemos: não é assim.
É pedir demais esperar tudo isso do ser humano.
Então, a melhor atitude é, infelizmente, ignorar. Engolir a decepção com as pessoas e tocar o barco, afinal, existem muitas portas na vida, que ainda não foram abertas e que estão esperando por todos nós. A esperança de que um dia as coisas e as pessoas mudem, não é perdida, mas vamos deixar que a vida tome conta dessa mutação da forma que tem que ser, sem que nós coloquemos nossos dedinhos curiosos na situação.

Que fique bem claro, não sou dona da verdade, isso aqui pode estar muito certo, como pode estar muito errado,não sei. Mas por enquanto, é nisso que eu penso e acredito. O ser humano precisa de algo para lutar por seus objetivos e no momento o meu "algo" é esse pensamento que acabei de compartilhar com vocês.

Um beijo grande e eu realmente espero que a vida surpreenda a todos nós da melhor maneira possível ;)
Boa noite!